quarta-feira, 18 de maio de 2016

Equoterapia


Equoterapia (EAT) engloba uma gama de tratamentos que inclui atividades com cavalos e outros equídeos para promover o crescimento físico, ocupacional e emocional em pessoas com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), ansiedadeautismoparalisia cerebraldemênciadepressão, atraso no desenvolvimento, síndromes genéticas (como a síndrome de Down ), lesões traumáticas cerebrais, problemas comportamentais, problemas de abuso, distúrbio stress pós-traumático (PTSD), problemas com drogas e álcool, e outros de saúde mental. essa terapia não é projetado para substituir terapias mais vulgarmente utilizados.
Equoterapia não é o mesmo como atividades desportivas adaptativas envolvendo horsemanship. Pilotos com deficiências têm demonstrado realizações na nacionais e internacionais para-equestre competições.

Princípios Básicos da Equoterapia:

A andadura do cavalo imprime movimentos tridimensionais, ou seja, em três eixos distintos para cima e para baixo, para um lado e para outro e para frente e para trás, que são estímulos somatossensorial, proprioceptivos e vestibulares para o praticante cavaleiro.
  • Desenvolver o controle postural do praticante pelo estímulo à via dos substratos do controle motor local.
  • Desenvolver o equilíbrio do praticante pelo estímulo aos substratos de controle motor postural, reações de ajuste, de defesa e de endireitamento corporais.
  • Aperfeiçoar o assento do praticante sobre o cavalo pelo estímulo do controle motor global. Nesta fase o praticante aperfeiçoa e aplica feedback/feedforward adquiridos, que o permitem manter-se equilibrado sobre à sela e unir-se coordenada e harmoniosamente aos movimentos do cavalo, desenvolvendo com o animal um conjunto biomecânico melodioso


Programas de Equoterapia:

É sabido que cada indivíduo, com deficiência e/ou com necessidades especiais, tem o seu “perfil”, o que o torna único. Isto evidencia a necessidade de formular programas individualizados, que levem em consideração as demandas daquele indivíduo, naquela determinada fase de seu processo evolutivo. A equoterapia é aplicada por intermédio de programas individualizados organizados de acordo com: ­•as necessidades e potencialidades do praticante; ­•a finalidade do programa; ­•os objetivos a serem alcançados, com duas ênfases: •a primeira, com intenções especificamente terapêuticas, utilizando técnicas que visem, principalmente, à reabilitação física e/ou mental; •a segunda, com fins educacionais e/ou sociais, com a aplicação de técnicas pedagógicas aliadas às terapêuticas, visando à integração ou reintegração sócio-familiar.

Educação/Reeducação

Este programa pode ser aplicado tanto na área de saúde quanto na de educação/reeducação.
Neste caso o praticante tem condições de exercer alguma atuação sobre o cavalo e pode até conduzi-lo, dependendo em menor grau do auxiliar-guia e do auxiliar lateral.
A ação dos profissionais de equitação tem mais intensidade, embora os exercícios devam ser programados por toda a equipe, segundo os objetivos a serem alcançados.
O cavalo continua propiciando benefícios pelo seu movimento tridimensional e multidirecional e o praticante passa a interagir com o animal e o meio com intensidade. Ainda não pratica equitação e/ou hipismo.

O cavalo atua como instrumento pedagógico.Fonte ANDE-BRASIL 2009.



Fontes: Wikipédia, Google Imagens

terça-feira, 17 de maio de 2016

Alter-Real


Origem: Portugal e Espanha
Uso: Cavalo de Esporte e de Tourada

O alter-real, inicialmente desenvolvido na coudelaria Alter-Real em Alter do Chão, no Alentejo, é uma estirpe do cavalo lusitano.
É um cavalo muito dócil e inteligente, utilizado principalmente no adestramento. A sua pelagem padrão é geralmente castanho e a sua altura varia de 1,52 a 1,62 m.

História

O Alter-real teve sua origem em Portugal, no início do século XVIII, quando trezentas éguas andaluzas das mais finas linhagens foram trazidas de Jerez, na Espanha, para a corte portuguesa.
Inicialmente chamado de Alter-do-chão mas depois seu nome foi mudado para Alter-Real. Entre 1809 e 1810, a raça foi ameaçada durante as invasões napoleônicas, quando as tropas francesas roubaram os melhores exemplares da raça.
Cruzamentos com Puro-Sangue Inglês e Árabe enfraqueceram a raça, havendo grande perda de seu caráter racial mas foram salvos da extinção através da raça Lusitano, sendo-o na verdade subespécie desta raça.
No início do século XX, foram tomadas medidas para devolver ao Alter-Real suas antigas características e o seu melhor uso no mundo atual, além da sua preservação.
Hoje a reprodução do Alter-Real é controlada pelo Ministério da Agricultura Português.





Fontes: Wikipédia, Google Imagens




segunda-feira, 16 de maio de 2016

Cavalo Sorraia


Sorraia é um tipo de cavalo de origem portuguesa, redescoberta em 1920 por Ruy d'Andrade e cujos indícios remetem para a zona de confluência entre as ribeiras de Sor e da Raia (daí o seu nome), charneca de Coruche, onde haveria uma extensa população, popular entre criadores de gado para trabalhos do campo. Admite-se que estes cavalos no estado selvagem tenham sido conhecidos em Portugal por "zebro".
Assemelhando-se bastante ao puro-sangue lusitano, de corpo compacto e linhas pré-históricas, crê-se, no entanto, que o Sorraia pode originar de uma linhagem independente (ou seja, uma raça pura, Equus caballos ssp. Sorraia), mesmo ainda não estando concluída a sua avaliação genealógica.
Embora seja extremamente forte, resistente e de temperamento calmo, a sua população está hoje muito reduzida – aproximadamente 180 indivíduos – existindo somente em locais para criação e manutenção da raça, principalmente em Portugal e na Alemanha. Assemelha-se ao tarpan, antigo cavalo selvagem europeu.

História

Esta raça esteve, no início do século XX, à beira da extinção. Tal não aconteceu graças ao empenho do Dr. Ruy d'Andrade, que pegando num dos únicos núcleos sobreviventes – um conjunto de três ou quatro éguas e alguns machos – logrou através de sucessivos cruzamentos e à custa de uma enorme consanguinidade obter de novo o protótipo da raça pura, evitando assim a extinção.
Pensa-se que os cavalos Sorraia constituem o fundo primitivo dos cavalos meridionais da Península Ibérica. Este grupo de animais reunido pelo Dr. Ruy d'Andrade, era, como ele próprio assinalou, afim do grupo antigo das planícies do Guadalquivir, da ria de Huelva, do Algarve e do Sado, sendo de todos os que existiram o que se conservou mais típico e primitivo.
Segundo o Dr. Ruy d'Andrade, ficou demonstrado que na Península Ibérica se conservou um núcleo de cavalos primitivos derivados dos selvagens e que estão na base do cavalo Andaluz e Lusitano, que existiu na Península Ibérica desde um período de pelo menos 5 milénios A.C. e que por cruzamentos de diversas origens se aperfeiçoou para uso na guerra durante toda a Antiguidade e Idade Média. Segundo o mesmo autor, conclui-se assim que este cavalo é o representante originário de todos os cavalos posteriores de Espanha e da América, e base de todos os cavalos de desporto de toda a Europa nos últimos séculos.

Segundo estudos efetuados pelo Dr. Ruy d'Andrade, o fenótipo da raça possui as seguintes características:
  • Corpo sólido e forte medindo ao garrote 1,46m nos machos e 1,43 nas fêmeas;
  • Tronco em forma de tecto descaído aos lados de uma seca e alta coluna lombar, saliente, recta, não enselada, com o ligamento da cauda baixo, que nunca se levanta em trompa como o cavalo árabe;
  • Pescoço curto, cabeça relativamente grande, estreita, com o olho relativamente pequeno, oblíquo e encerrado no alto de uma cara larga;
  • Ventre avultado – como convém aos animais que vivem toda a vida do pasto grosseiro e pouco nutritivo, especialmente no Inverno, apresentando-se nesta altura o pêlo muito longo para se defender do frio.
  • Cor da pelagem cinzenta ou baia, apresentando zebraduras e risca de mulo


Fontes: Wikipédia, Google Imagens

domingo, 15 de maio de 2016

Shire (Cavalo)


História

O Cavalo Shire foi muito importante para a história da Inglaterra. Devido ao seu grande porte, força e resistência, foi muito utilizado nas batalhas medievais, já que podia facilmente carregar um homem e sua armadura e correr através de terrenos irregulares e com neve, pois suas grandes patas lhe dão estabilidade. Em virtude também de sua beleza, a raça Shire conduzia as princesas e a elite através de carruagens. Transportavam leite, verduras e outros produtos, além de puxarem as famosas carroças das cervejarias inglesas. Entretanto, com a Revolução industrial, a invenção das máquinas a vapor e depois dos carros, o cavalo Shire passou a ser menos utilizado. Nos dias de hoje, essa raça participa de concursos de morfologia, de provas de atrelagem e faz passeios turísticos nas tradicionais carruagens inglesas. No filme da Disney Pictures/Pixar Valente, o cavalo da personagem principal, a princesa Merida, é um Shire negro chamado Angus

Características

Cavalo calmo e de comportamento doce, o Shire tem estatura de 1,80m ou mais, com exemplares de altura superior a 2m. Pesando uma tonelada, apresenta muita força, podendo carregar até cinco vezes o seu peso. Os olhos grandes e escuros complementam sua cabeça de aspecto forte. A cauda é implantada alta e encontra-se sempre erguida. As fêmeas possuem as mesmas características dos machos, exceto pela estatura mais baixa e ancas mais largas para poder acomodar o potro. Quando se movimento , esses cavalos demonstram vigor.


Fonte: Wikipédeia, Google Imagens


Cavalo Mustangue (Mustang Horse)


Os mustangues (do inglês Mustang) são cavalos assilvestrados dos Estados Unidos. A nomeação "mustang" deriva de uma antiga palavra espanhola que significa "sem dono; selvagem". Os mustangues são descendentes diretos de cavalos levados para a América por conquistadores espanhóis no século XVI. Por isso é que outros colonizadores europeus, posteriores aos colonizadores espanhóis, encontraram tribos indígenas andando a cavalo, pois não existiam cavalos na América no momento em que foi descoberta pelos espanhóis.
A nomeação mustang deriva de uma antiga palavra espanhola que significa "sem dono; selvagem".
As vastas planícies dos Estados Unidos e a ausência de predadores naturais contribuíram para a sua rápida expansão. De fato, uma manada de mustangues pode dobrar de tamanho a cada cinco anos.
Foram altamente apreciados pelos aborígenes e pioneiros por serem dotados de grande resistência e força, produto de um enorme desenvolvimento muscular.
No início do século XX, os mustangues chegaram a 2 milhões de cabeças. Se tornou um problema para os agricultores, pois competiam com os seus bovinos para pastagens. Assim começou a sua caça, e o seu número foi reduzindo gradualmente até que chegou a apenas cerca de 320.000 animais no final da década de 1960. Dado o rápido declínio no número de animais, em 1971 no Congresso dos Estados Unidos, foi aprovada uma lei que declarou o mustangue como espécie protegida.
Hoje, os cavalos selvagens estão protegidos ao abrigo da lei dos Estados Unidos, mas desapareceram de vários estados, onde havia populações. As poucas centenas de cavalos selvagens sobrevivem em Alberta e Colúmbia Britânica, no Canadá. A BLM considera 27.000 animais um número possível, mas os mustangues selvagens atualmente excedem os 33.000. Outros 30.000 cavalos estão em exploração em ambiente não selvagem.

Genética

Historicamente, muitas das tribos indígenas criavam os seus cavalos cuidadosamente para aprimorá-las para os seus fins. Entre os mais capazes povos criadores de cavalos da América do Norte eram os comanches, os shoshonis e os Nez Percé. O último em particular tornou-se mestre na criação de cavalos, e desenvolveu uma das primeiras raças verdadeiramente americana: o appaloosa. A maioria das outras tribos não praticava reprodução seletiva em larga escala, embora procurassem obter cavalos desejáveis através da captura, do comércio e do roubo, e rapidamente trocavam ou eliminavam cavalos sem essas características desejáveis. Em alguns rebanhos de mustangues modernos há provas evidentes da mistura de outras raças de cavalos domesticados com rebanhos ferais. Alguns rebanhos mostram sinais da introdução de thoroughbred ou outros tipos de cavalo de corrida leve em rebanhos, um processo que conduziu também, em parte, à criação do American Quarter Horse. Outros rebanhos apresentam sinais de cruzamentos com cavalos de carga como os pesados draft horses soltos na tentativa de criar raças de cavalo de trabalho. Outros, rebanhos mais isolados, mantêm uma forte influência da raça espanhola original. Alguns criadores de cavalos domésticos consideram os rebanhos do oeste de Mustangue como sendo endogâmicos e de qualidade inferior. Contudo, os apoiantes do Mustangue argumentam que os animais são apenas pequenos, devido às suas duras condições de vida e que a seleção natural destruiu muitas características que levam à fraqueza ou inferioridade.


Fontes: Wikipédia, Google Imagens

Gypsy Vanner (Cavalo Cigano)


Gypsy Vanner, também chamado de Gypsy HorseCoulored Cob, e Cavalo Cigano no Brasil, é uma raça de cavalos recente que passou a ser registrada e reconhecida oficialmente a partir de 1996.

História

O Cavalo Gypsy foi criado pela Roma da Grã-Bretanha para puxar os vardões em que viveram e viajaram.  A Roma tinha chegado nas ilhas britânicas em 1500 AD, mas eles não começaram a viver em vardões até por volta de 1850.  Antes disso, eles viajaram em carros inclinados ou em andamento e dormiu quer sob ou nestes carrinhos ou em pequenos tendas. o pico de uso da caravana cigana ocorreu na última parte do século 19 e as duas primeiras décadas do século 20. 
Alguns aspectos da formação, gestão, e as características de um cavalo usado para puxar um vardo são únicos. Por exemplo, o cavalo é treinado para não parar até atingir o topo de uma colina; caso contrário, pode não ser capaz de começar novamente. O treinamento começa em uma idade muito precoce com o jovem cavalo amarrado "com uma corda curta da cabeça para o traço-ring na gola do veio de-cavalo", e levou ao longo do lado fora.  Um velho chapéu é por vezes, colocadas na cabeça de um cavalo com medo, de modo a mantê-lo de ver de volta por cima dos seus piscas no vagão iminente às suas costas. Um cavalo usado para puxar um vardo que era um lar permanente era geralmente em muito bom estado, devido a uma combinação de exercício, pastando uma variedade de verdes nassebes , e cuidados de boa qualidade; o cavalo foi considerado parte da família.  Uma vez que as crianças da família viviam em estreita proximidade com o cavalo, um tendo "um temperamento confiável não pode ser tolerado". 
O Cavalo Gypsy também foi usado para puxar o "carrinho de comerciante... Usado em conjunto com a caravana como um veículo runabout e de trabalho e, embora em uma viagem".  Isso também é conhecido como uma mesa ou de um bonde , e os exemplos aparecer no desfile de cavalos anual London Harness

Características

Esta raça foi desenvolvida pelos ciganos nativos do Reino Unido. Possui patas peludas e por este motivo é bastante confundido com o Cavalo bretão. A cor mais comum é o malhado de preto e branco. Possui músculos poderosos e a conformação correta para cavalos de tração. É calmo, amável e muito inteligente.
Altura: 1,47m a 1,68m



Fontes: Wikipédia, Google Imagens




sábado, 30 de abril de 2016

7 Cavalos Famosos


Cavalo de Fogo (Wildfire)

Wildfire (Cavalo de Fogo) é um desenho animado produzido por Hanna-Barbera em 1986. Foi originalmente exibido na rede de televisão norte-americana CBS em uma única temporada de 13 episódios, sendo transmitida de 13 setembro a 6 dezembro de 1986. No Brasil, foi exibido pelo SBT, também passando em outros países. Foi ao ar na Espanha pela Telecinco em 1988 como "Fuego Salvaje", e na França pela FR3 em 1990 como "Le Cheval de feu".


Pé de Pano

Pé de Pano (Hank Sugarfoot) é o cavalo do Pica-Pau ou de João Seboso que sempre aparece em episódios como do velho oeste e da Idade Média (Velha Inglaterra). É um cavalo branco e fiel companheiro do Pica-Pau (apesar de alguns episódios ele ser do bandido). Sempre chora quando se encontra em apuros. É um jeito clássico de chorar, conhecido por todos.
Alem de aparecer no desenho do Pica-Pau, era personagem fixo do desenho "Mãe e Pai (Maw & Paw)", onde trabalhava numa fazenda de um casal de caipiras e seu nome foi traduzido como Ferradura apesar de manter o mesmo nome na versão original.
Sua primeira aparição foi no desenho do pombo homero: "Swing Your Partner" (no Brasil,Dance Com Seu Parceiro) com o nome de Hank Sugarfoot, mais tarde o desenho do personagem foi alterado.


Cavalo do Zorro

São os cavalos fictícios de Zorro, dependendo de sua situação; o tradicional é o cavalo negro Toronado ou Tornado e um cavalo branco em três produções: no seriado Zorro's Fighting Legion (Republic, 1939), na série da Disney, um cavalo chamado Phantom e no desenho japonês, um cavalo chamado de Viento. Em Zorro Rides Again (1937), James Vega, o bisneto do Zorro original tem o cavalo malhado "El Rey", que é dito ser descendente do cavalo do Zorro original. Em The Mask of Zorro(1998), o novo Zorro, Alejandro Murietta, rouba um cavalo negro e dá o nome de Tornado, no filme é dito que é um cavalo andaluz, mas foi interpretado por três frísios e um mustangue.


Pégaso (Pegasus)

Pégaso é um cavalo alado símbolo da imortalidade. Sua figura é originária da mitologia grega, presente no mito de Perseu e Medusa.
Pégaso nasceu do sangue de Medusa quando esta foi decapitada por Perseu.

Belerofonte matou a poderosa Quimera, montando Pégaso após domá-lo com ajuda de Atena e da rédea de ouro, que em seguida tentou usá-lo para chegar ao Olimpo. Mas Zeus fez com que ele derrubasse seu cavaleiro fazendo uma vespa o picar, e Belerofonte morreu devido à grande altura. Zeus o recompensou transformando-o na constelação de Pégaso, onde deveria dali em diante ficar à serviço dos deuses. Outra história diz que quando Zeus mandou a vespa e Belerofonte caiu, Atena ordenou que o chão ficasse macio, assim ele não morreria pela queda.
Pégaso é considerado por muitos, o Rei do Céu. Perseu usou-o como transporte, exemplo no filme Fúria de Titãs. (Mas lembrando que na mitologia grega, Perseu jamais montou Pégaso, o único que montou Pégaso foi Belerofonte).


Spirit


Spirit: O Corcel Indomável, este filme estreou em 31 de maio de 2002 no brasil, Essa animação foi criada a partir do livro Spirit:Stallion of the cimarron, sendo, portanto, uma história fictícia. ganhou várias nomeações para prêmios, incluindo o Golden Globe de melhor trilha sonora e uma nomeação para um Oscar de melhor animação.



Sonhadora (Dreamer)


Dreamer é filme americano que estreou em 2005, conta a historia de "Sonhadora" que é baseado em um caso verídico sobre um treinador de cavalos de Kentucky (Russell) e sua filha de 11 anos de idade. Os dois salvam um cavalo que tinha a perna quebrada e o reabilitam para correr na Copa Breeders.




Unicórnio



Assim como o Pégaso e um animal mitológico que tem a forma de um cavalo geralmente branco.
Considerado um equino fabuloso benéfico, com um grande corno na cabeça, o unicórnio entra nos bestiários em associação à virgindade, já que o mito compreende que o único ser capaz de domar um unicórnio é uma donzela pura. Leonardo da Vinci escreveu o seguinte sobre o unicórnio:

"O unicórnio, através da sua intemperança e incapacidade de se dominar, e devido ao deleite que as donzelas lhe proporcionam, esquece a sua ferocidade e selvajaria. Ele põe de parte a desconfiança, aproxima-se da donzela sentada e adormece no seu regaço. Assim os caçadores conseguem caçá-lo."


Fontes: Wikipédia, Google Imagens